Para uma PME, a IA já faz bem quatro trabalhos de imagem: pôr a fotografia de um produto num fundo limpo ou num ambiente (uma mesa de madeira, uma montra de Natal), criar a imagem de uma publicação para as redes sociais, fazer um cartaz ou um menu simples com texto dentro da imagem e corrigir fotografias que já tem. As ferramentas são as que muitas empresas já pagam ou podem usar de graça: o ChatGPT, o Gemini, o Canva e o Adobe Firefly. Para começar, chega o plano gratuito de uma delas ou uma licença de cerca de 9 a 22 € por mês, sem IVA. O que ainda falha: letras e números trocados no texto, mãos estranhas e produtos reais que a IA “melhora” sem lhe pedir. E há uma regra nova: desde 2 de agosto de 2026, imagens realistas feitas com IA que possam enganar quem as vê têm de ser assinaladas.
Este guia mostra o que cada ferramenta inclui, três prompts (as instruções que se escrevem à IA) prontos a adaptar, os limites e o que diz a lei. É um complemento ao guia de IA no marketing da PME, que trata dos textos e do calendário de publicações.
O problema: as fotografias são o que mais atrasa o marketing
Numa loja, num restaurante ou numa empresa de serviços, o texto de uma publicação escreve-se em dez minutos. A imagem é que atrasa: a fotografia do produto foi tirada ao balcão, com um fundo cheio de caixas, o cartaz da promoção é feito no Word à pressa e o menu do dia é uma folha escrita à mão e fotografada com o telemóvel.
Um fotógrafo ou um designer resolve, mas paga-se a cada campanha. A IA não substitui uma boa fotografia do produto verdadeiro, mas transforma uma fotografia razoável numa imagem apresentável e faz o resto (fundos, ambientes, cartazes) em minutos.
O que já funciona, e o que ainda não
Funciona bem:
- Fundos de fotografias de produto. Tirar o fundo, pôr um fundo branco liso ou um ambiente (uma cozinha, uma praia, uma mesa posta).
- Imagens para publicações a partir de uma descrição, nos formatos das redes (quadrado, vertical, horizontal).
- Cartazes e menus simples. Os modelos de imagem mais recentes escrevem texto legível dentro da imagem. A Google diz que o seu modelo Nano Banana 2 cria “cartazes” e “convites” com “texto claro”, em várias línguas, e a Microsoft diz que o MAI-Image-2.6, apresentado em agosto de 2026, escreve texto melhor do que a versão anterior.
- Edição de fotografias que já tem: mudar a luz, apagar um objeto, alargar a imagem para caber num formato.
Ainda falha:
- Texto com erros. Por exemplo, um acento em falta, um “5” que sai “S” ou uma palavra inventada. Quanto mais texto, mais erros.
- Mãos e pormenores pequenos. Dedos a mais, talheres tortos, etiquetas ilegíveis.
- Produtos reais alterados. Ao trocar o fundo, a IA pode mudar a cor, o rótulo ou a forma do produto. Numa loja, isso é um problema sério (ver mais abaixo).
- Português. Pedidos em português funcionam, mas o texto dentro da imagem pode sair em português do Brasil ou com erros de ortografia.
Que ferramentas usar e quanto custam
| Ferramenta | Para quê | O que inclui | Preço |
|---|---|---|---|
| ChatGPT (OpenAI) | Imagens novas, edição de fotografias, cartazes | ChatGPT Images 2.5 em todos os planos, incluindo o gratuito, com limites diários no gratuito | Business: cerca de 17,61 € por utilizador por mês, anual, ou cerca de 22,02 € mensal, sem IVA, mínimo de 2 utilizadores |
| Gemini no Google Workspace | Imagens e edição, também no Google Slides e no Vids | Business Starter: até 20 imagens por dia; Business Standard e Plus: até 100 imagens por dia | Business Starter: cerca de 6,16 €; Business Standard: cerca de 12,33 €, por utilizador por mês, anual, sem IVA |
| Microsoft 365 Copilot | Imagens na aplicação Microsoft 365 Copilot (secção Criar) | Depende da licença (ver abaixo) | Copilot para Empresas: 18,20 € por utilizador por mês, anual, sem IVA, além da licença Microsoft 365 |
| Canva | Design de publicações, cartazes e menus, remoção de fundos | Gratuito: até 20 utilizações de IA por mês; Pro: até 200 utilizações de ferramentas de IA “Premium” por mês; remoção de fundo só nos planos pagos | Gratuito; o preço dos planos pagos aparece em euros na página de preços do Canva, conforme o país |
| Adobe Firefly | Imagens para uso comercial, edição de fotografias | Gratuito: gerações diárias limitadas; Standard: geração de imagens padrão ilimitada e 2000 créditos por mês | Standard: 11,35 € por mês, com IVA (cerca de 9,23 € sem IVA); Pro: 22,73 € por mês, com IVA |
Os preços foram convertidos para euros à taxa de referência do Banco Central Europeu de 30 de setembro de 2026.
ChatGPT: o mais simples para quem já o usa
Em 8 de setembro de 2026, a OpenAI lançou o ChatGPT Images 2.5, disponível para todos os utilizadores do ChatGPT, no computador, no telemóvel e na web. Segundo a OpenAI, gera imagens mais depressa (até 50% menos tempo de espera do que a versão anterior), preserva melhor o que está nas fotografias que carrega e segue melhor os pedidos de edição feitos em vários passos. Trouxe ainda modelos prontos para formatos comuns, como cartazes e fotografias de produto, e uma função de esboço (Sketch) para desenhar no próprio ChatGPT o que quer.
Para quem programa, há duas versões na API (a ligação técnica para outros programas): a Flare, para volume, e a Sunburst, mais precisa e mais lenta. Para quem usa o ChatGPT no navegador, isto não muda nada.
No plano gratuito, o número de imagens por dia é limitado. Para trabalho regular, e sobretudo se carregar fotografias de pessoas ou documentos da empresa, use o ChatGPT Business: segundo a OpenAI, os dados das contas Business não são usados para treinar os modelos por defeito.
Segundo a OpenAI, as imagens saem com metadados C2PA (uma etiqueta digital que identifica a origem da imagem) e com a marca de água invisível SynthID.
Gemini: incluído para quem já tem Google Workspace
Se a empresa usa Gmail e Google Drive com um plano Business do Google Workspace, o Gemini já está pago. Gera e edita imagens com os modelos Nano Banana, na aplicação Gemini (menu “Imagens”) e também no Google Slides e no Vids nos planos Standard e Plus. Os limites estão na tabela: 20 imagens por dia no Business Starter, 100 no Standard e no Plus.
Segundo a Google, as imagens criadas na aplicação Gemini levam a marca de água invisível SynthID e uma marca de água visível. Para editar imagens carregadas na aplicação Gemini é preciso ter pelo menos 18 anos.
Microsoft: confirme o que a sua licença inclui
A Microsoft tem criação de imagens na aplicação Microsoft 365 Copilot (secção Criar): descreve-se a imagem, escolhe-se um estilo (fotorrealista, por exemplo), o kit de marca da organização se existir, e o formato (quadrado, vertical ou largo). Também permite editar imagens. A página de ajuda da Microsoft diz que é preciso uma subscrição Microsoft 365 elegível e dá como exemplos planos pessoais e familiares.
Dois avisos práticos. O Microsoft Designer, o editor de imagens da Microsoft, segundo a ajuda da Microsoft, exige uma conta Microsoft 365 Personal ou Family e não está disponível para contas empresariais. E o novo modelo MAI-Image-2.6 foi lançado para programadores no Microsoft Foundry; a Microsoft não indica quando chega à aplicação Copilot. Se a sua empresa usa Microsoft 365, peça a quem gere as licenças que confirme se a criação de imagens está ativa nas vossas contas.
O Copilot para Empresas custa 21,84 € por mês em pagamento mensal (18,20 € com compromisso anual), sem IVA. Não compensa pagá-lo só para fazer imagens; faz sentido se já o usa no Word e no Outlook.
Canva: para quem quer o design completo
O Canva junta a imagem gerada com o texto, os tipos de letra e as cores da marca, e é aí que se faz o cartaz ou o menu final. No plano gratuito, as ferramentas de IA estão limitadas a 20 utilizações por mês. Nos planos pagos, as ferramentas “padrão” não contam para o limite e há até 200 utilizações por mês das ferramentas “Premium” (entre elas, criar uma imagem ou um desenho com o Canva AI).
A remoção de fundo, a função mais útil para fotografias de produto, só existe nos planos pagos, segundo a ajuda do Canva. O preço dos planos pagos aparece na página de preços do Canva, na moeda do país de onde a abre.
Adobe Firefly: a opção mais cuidadosa com direitos
A Adobe diz que os seus modelos Firefly são “seguros para uso comercial”, porque foram treinados com conteúdo licenciado do Adobe Stock e com obras em domínio público, e que não treina os modelos com o conteúdo dos assinantes. As imagens levam Content Credentials (o mesmo tipo de etiqueta de origem C2PA).
Atenção: o Firefly também dá acesso a modelos de outras empresas (Google, OpenAI e outras). A própria Adobe só garante o “uso comercial seguro” para os seus modelos; nos modelos de parceiros, aplicam-se os termos de cada um.
Os planos para uso individual (Standard a 11,35 € e Pro a 22,73 € por mês) têm IVA incluído. Para equipas, há o Firefly Pro para Equipas a 18,48 € por licença por mês, sem IVA.
E os outros modelos de que se fala?
Saem modelos novos todos os meses, como o Recraft V4.1 Flash, lançado em setembro de 2026. São sobretudo para quem os integra em programas próprios; para uma PME sem programador, as ferramentas acima chegam.
Passo a passo: três casos com prompts
Antes de começar, uma regra que poupa tempo: gere a imagem sem texto e acrescente o texto no Canva (ou noutro editor) quando o texto tiver preços, datas ou alergénios. A IA desenha o fundo; uma pessoa escreve os números.
Caso 1: fotografia de produto num fundo novo (comércio)
Exemplo: uma loja de artigos para casa quer mostrar uma caneca de cerâmica feita em Portugal.
- Tire a fotografia com o telemóvel, com luz natural, de frente, com o produto inteiro e nítido.
- Carregue-a no ChatGPT ou na aplicação Gemini e use este prompt:
Esta é a fotografia de um produto real que vendemos. Mantenha o produto exatamente como está: a mesma forma, cor, tamanho, rótulo e pormenores. Não acrescente nem retire nada ao produto. Mude só o fundo: uma mesa de madeira clara junto a uma janela, com luz da manhã suave, uma planta desfocada atrás. Sem texto, sem logótipos, sem pessoas. Formato quadrado, 1080 por 1080 píxeis, para o Instagram.
- Compare lado a lado a original e a nova: cor, asa, desenho, rótulo. Se algo mudou, peça “volte a manter o produto igual ao original” ou use a remoção de fundo do Canva, que recorta o produto em vez de o redesenhar.
- Guarde a original. Se um cliente reclamar que o produto não é igual à foto, é a prova do que vende.
Caso 2: cartaz ou menu do dia (restauração)
Exemplo: um café quer o cartaz do prato do dia para a montra e para o Instagram.
- Gere o fundo com este prompt:
Crie o fundo de um cartaz vertical (formato A4) para um café de bairro em Portugal. Estilo: ilustração simples, cores quentes, com um prato de bacalhau com grão e uma chávena de café no canto inferior. Deixe o terço de cima e o centro vazios, num tom creme liso, para eu acrescentar texto depois. Sem texto nenhum na imagem.
- Acrescente o texto no Canva: nome do prato, preço, alergénios. Assim, o preço e os alergénios são escritos por si, sem risco de a IA os trocar.
- Se quiser o texto na própria imagem (para um cartaz curto, como “Esplanada aberta”), peça-o entre aspas e em português de Portugal, e leia letra a letra antes de imprimir.
Os alergénios nunca saem de uma imagem gerada sem confirmação de quem conhece a cozinha. O guia de IA num restaurante, café ou alojamento local explica os cuidados com a tradução das ementas.
Caso 3: imagem para uma publicação de serviços
Exemplo: um gabinete de contabilidade quer uma imagem para uma publicação no LinkedIn sobre o fim do prazo de uma declaração.
Crie uma imagem horizontal (1200 por 627 píxeis) para uma publicação no LinkedIn de um gabinete de contabilidade em Portugal. Uma secretária arrumada com um calendário de parede, uma calculadora e uma chávena de café, luz natural, cores sóbrias (azul e branco). Estilo de fotografia editorial, mas sem pessoas. Sem texto, sem números e sem logótipos.
Pedir “sem pessoas” tem duas vantagens: evita mãos e caras estranhas e afasta a imagem de um possível deepfake (ver mais abaixo). Se quiser mostrar a equipa, use uma fotografia verdadeira da equipa.
Corrigir fotografias que já tem
Para fotografias reais (a montra, a sala do restaurante, um trabalho feito), peça só correções que não mudam o que lá está:
Melhore a luz e a nitidez desta fotografia e endireite a perspetiva. Não acrescente, não retire e não mude nenhum objeto, pessoa ou pormenor.
Apagar um caixote do canto ou um cabo solto é aceitável. Acrescentar mesas que não existem, aumentar a sala ou pôr vista de mar onde não há é enganar o cliente.
Os limites que tem de conhecer
Não engane o cliente sobre o produto
Uma imagem de produto pode ter um fundo inventado. O produto, não: tem de ser o que o cliente recebe, com a mesma cor, tamanho e acabamento. Uma fotografia de um prato que não sai assim da cozinha, ou de um quarto maior do que é, é publicidade enganosa, feita com IA ou com outro programa.
Regra prática para a equipa: o fundo pode ser inventado, o produto e o espaço não.
Direitos de autor e marcas
- Não peça imagens “no estilo de” um ilustrador, uma marca ou uma personagem conhecida, nem com logótipos de outras empresas. Pode violar direitos de autor ou de marca.
- Não é certo que uma imagem feita só por IA tenha proteção de direitos de autor. Se a imagem é central para a marca (o logótipo, por exemplo), um designer continua a ser a escolha mais segura.
- Termos de cada ferramenta. No Firefly, a Adobe distingue os seus modelos, que diz serem seguros para uso comercial, dos modelos de parceiros. Nas outras ferramentas, leia os termos da versão empresarial.
- Fotografias de clientes ou colaboradores são dados pessoais. Não as carregue em contas gratuitas ou pessoais; use a versão empresarial e peça autorização a quem aparece. O tema está em IA e RGPD numa PME.
AI Act: quando tem de dizer que a imagem foi feita com IA
O artigo 50.º do Regulamento (UE) 2024/1689, o AI Act, aplica-se desde 2 de agosto de 2026. Há duas obrigações diferentes:
- Quem fornece a ferramenta (a OpenAI, a Google, a Adobe) tem de marcar as imagens de forma legível por máquina (n.º 2 do artigo 50.º). É para isso que servem o C2PA e o SynthID. Segundo a Comissão Europeia, os sistemas já no mercado antes de 2 de agosto de 2026 têm até 2 de dezembro de 2026 para cumprir esta parte.
- A empresa que usa a imagem (o regulamento chama-lhe “responsável pela implantação”) tem de dizer que é gerada ou manipulada por IA quando for um deepfake (n.º 4): uma imagem que se parece com pessoas, objetos, sítios ou acontecimentos reais e que pode passar por autêntica.
A Comissão Europeia diz que a empresa não se pode limitar às marcas técnicas da ferramenta: a indicação tem de ser percetível por uma pessoa sem ferramentas especiais (uma etiqueta visível, por exemplo), o mais tardar no primeiro contacto com a imagem. Em obras claramente artísticas, satíricas ou de ficção, basta uma indicação que não estrague a obra. As imagens criadas antes de 2 de agosto de 2026 não têm de ser assinaladas retroativamente.
Na prática, para uma PME:
| Imagem | Precisa de indicação? |
|---|---|
| Ilustração claramente desenhada (um cartaz em estilo de desenho) | Em princípio, não: não passa por verdadeira |
| Fotografia realista de um “cliente”, de uma pessoa ou de um espaço que não existe | Sim |
| Fotografia realista de um ambiente inventado que pode passar por verdadeiro | Na dúvida, sim |
| Fotografia real com a luz corrigida ou um objeto do canto apagado | Em princípio, não: o que a imagem mostra não muda |
Em junho de 2026, a Comissão publicou um código de conduta (voluntário) sobre a marcação e a rotulagem de conteúdos gerados por IA, com ícones da UE para isso. A forma simples de cumprir: escrever “Imagem criada com IA” na legenda ou na própria imagem e ativar o rótulo de IA das redes sociais quando existir. As coimas por violar estas regras podem chegar a 15 milhões de euros ou 3% do volume de negócios mundial, com regras de proporcionalidade para PME, segundo a Comissão.
Este guia não é aconselhamento jurídico. Se tiver dúvidas sobre um caso concreto, fale com um advogado.
Custos e riscos
Quanto custa
Exemplo, para uma loja de 6 pessoas que já tem Google Workspace Business Standard e quer fazer as imagens das redes sociais e de 20 produtos por mês:
| Item | Custo mensal sem IVA |
|---|---|
| Gemini no Google Workspace Business Standard | 0 € adicionais (já incluído) |
| Canva gratuito para montar cartazes | 0 € |
| Canva pago, se quiser a remoção de fundo e mais IA | Preço na página do Canva |
| Total | De 0 € ao preço de um plano pago do Canva |
Se a empresa não usa nenhum destes serviços, o mais barato para começar é o plano gratuito do Firefly ou do ChatGPT, só com imagens sem dados pessoais, ou o Firefly Standard a 11,35 € por mês com IVA.
O custo real é o tempo dos primeiros testes: cada tipo de imagem pede algumas tentativas até haver um prompt que funcione e que a equipa possa reutilizar.
Riscos
Além dos limites já descritos (texto com erros, produto alterado, dados pessoais), há dois riscos menos óbvios:
- Imagens todas iguais: as imagens geradas tendem a parecer-se umas com as outras; misture-as com fotografias reais da casa.
- Dependência: guarde os prompts que funcionam num documento da empresa, não só dentro de uma ferramenta.
O que fazer esta semana
Em menos de uma hora:
- Escolha a fotografia do produto ou do prato que mais vende.
- Abra a ferramenta que a empresa já tem (Gemini no Workspace, ChatGPT ou Canva) e use o prompt do caso 1 para lhe dar um fundo limpo.
- Compare as duas imagens com uma pessoa da equipa: o produto ficou igual? Se sim, guarde o prompt num documento partilhado; se não, experimente a remoção de fundo do Canva.
- Escreva numa folha, para toda a equipa, as duas regras da casa: “o fundo pode ser inventado, o produto não” e “imagem realista feita com IA leva a indicação Imagem criada com IA”.
Para escolher o assistente de IA da empresa, veja ChatGPT, Copilot, Gemini ou Claude: qual faz sentido. Para outros usos da IA na área comercial, veja a página de IA em vendas e, se tem uma loja, o que publicámos para o setor do comércio.
Preços e funcionalidades verificados em outubro de 2026.
Fontes
- OpenAI: apresentação do ChatGPT Images 2.5 (8 de setembro de 2026)
- OpenAI: anúncio do GPT Images 2.5 na API e no ChatGPT, fórum de programadores
- OpenAI: ficha de segurança do ChatGPT Images 2.5
- OpenAI: ChatGPT Business, visão geral e preços
- OpenAI: dados e privacidade no ChatGPT Business
- OpenAI: perguntas frequentes sobre o plano gratuito do ChatGPT
- Google: gerar e editar imagens com a aplicação Gemini
- Google: Nano Banana, gerador e editor de imagens do Gemini
- Google Workspace: comparar as edições Business
- Google Workspace: edições Business e preços
- Microsoft 365 Copilot: planos e preços para PME
- Microsoft: criar imagens com a aplicação Microsoft 365 Copilot
- Microsoft: editar imagens no Copilot Chat
- Microsoft: bem-vindo ao Microsoft Designer
- Microsoft AI: lançamento do MAI-Image-2.6
- Canva: utilização de IA por plano
- Canva: remover fundos de fotografias e vídeos
- Canva: página de preços
- Adobe: planos do Firefly
- Adobe: Firefly e uso comercial
- Recraft: Recraft V4.1 Flash
- Comissão Europeia: obrigações de transparência do artigo 50.º do AI Act
- Comissão Europeia: código de conduta sobre a marcação e rotulagem de conteúdos gerados por IA
- Comissão Europeia, AI Act Service Desk: artigo 50.º
- Regulamento (UE) 2024/1689 (AI Act), EUR-Lex
- BCE: taxas de câmbio de referência do euro
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