Numa PME, a IA é útil nos recursos humanos sobretudo para escrever: anúncios de emprego, descrições de funções, guiões de entrevista, manuais de acolhimento, políticas internas, planos de formação e comunicações à equipa. Com um assistente empresarial (ChatGPT Business, Claude Team, Microsoft 365 Copilot ou Gemini no Google Workspace) estas tarefas passam a começar de um rascunho em vez de uma página em branco, por cerca de 18 € a 20 € por utilizador por mês, sem IVA. Onde é preciso muito cuidado é nas decisões sobre pessoas: ordenar ou rejeitar candidatos, avaliar desempenho, decidir promoções. Aí a IA pode ajudar a preparar, mas quem decide é sempre uma pessoa, e há regras do RGPD, do Código do Trabalho e do AI Act que já se aplicam ou vão aplicar.
Este guia não é aconselhamento jurídico. Se a sua empresa vai usar IA para tomar ou apoiar decisões sobre candidatos ou colaboradores, fale antes com o seu advogado ou com o encarregado de proteção de dados. Para uma visão geral da área, veja a página de IA em recursos humanos.
O problema: RH sem departamento de RH
Numa empresa de 5 a 50 pessoas, os RH são tratados pelo gerente ou pelo administrativo que “também faz isso”, aos picos: quando abre uma vaga, entra alguém novo ou chegam as férias.
O tempo vai quase todo para texto e organização: anúncios, dezenas de CV, entrevistas, explicar a quem entra como se pedem férias. São precisamente as tarefas onde um assistente de IA ajuda. O que muda nos RH, face a outras áreas, é que quase tudo envolve dados pessoais e decisões sobre pessoas. Por isso, a pergunta não é só “o que a IA faz”, é também “o que pode fazer sem pisar o risco”.
O que a IA faz bem nos RH (e o que não deve fazer)
Uma regra simples organiza tudo: a IA escreve e organiza, uma pessoa decide.
| Tarefa | A IA ajuda? | Cuidado principal |
|---|---|---|
| Anúncios de emprego e descrições de funções | Sim, muito | Linguagem neutra; rever requisitos |
| Guiões e perguntas de entrevista | Sim | Não perguntar o que a lei não permite |
| Marcação de entrevistas | Sim, com o calendário da empresa | Dados de contacto só na conta empresarial |
| Resumir um CV para quem vai entrevistar | Com cuidado | Versão empresarial, candidatos informados |
| Ordenar, pontuar ou rejeitar candidatos | Não sem preparação séria | Alto risco no AI Act; artigo 22.º do RGPD |
| Manual de acolhimento e perguntas frequentes internas | Sim, muito | Manter o manual atualizado |
| Políticas internas (teletrabalho, uso de IA, despesas) | Sim, como rascunho | Validação jurídica |
| Planos de formação | Sim | Ligar a necessidades reais |
| Mapas de férias e ausências | Sim, a organizar | Dados de saúde nunca no assistente |
| Avaliação de desempenho | Só a preparar e a redigir | A avaliação é de uma pessoa |
| Comunicações à equipa | Sim | Tom e verdade revistos por quem assina |
| Medir emoções ou “estado de espírito” da equipa | Não | Proibido pelo AI Act |
Que ferramentas usar?
Assistentes gerais (versões empresariais)
São o ponto de partida. Use sempre a versão paga para empresas, nunca a gratuita ou pessoal, porque é a que garante por contrato que os dados não servem para treinar os modelos. Para escolher entre eles, veja a comparação entre ChatGPT, Copilot, Gemini e Claude para empresas.
| Ferramenta | Para quê nos RH | Preço por utilizador por mês | Dados usados para treino? |
|---|---|---|---|
| ChatGPT Business | Anúncios, políticas, guiões, comunicações | cerca de 17,61 € anual; cerca de 22,02 € mensal | Não, por defeito |
| Claude Team | Documentos longos, manuais, políticas | cerca de 17,61 € anual; cerca de 22,02 € mensal, sem impostos | Não, por defeito |
| Microsoft 365 Copilot para Empresas | Quem já usa Outlook, Word, Teams | 18,20 € sem IVA, anual, a somar ao plano Microsoft 365 | Não |
| Gemini no Google Workspace | Quem já usa Gmail e Drive | Incluído no plano; Business Standard a cerca de 12,33 € anual | Não, fora do seu domínio sem autorização |
| Gemini Notebook (antigo NotebookLM) | Perguntas frequentes internas a partir do manual | Incluído nas contas Google Workspace com acesso | Serviço principal do Workspace |
Valores convertidos para euros ao câmbio de referência do Banco Central Europeu de 30 de setembro de 2026.
O Gemini Notebook é o nome que a Google deu ao NotebookLM em julho de 2026. Responde apenas com base nos documentos que lhe dá e indica de onde tirou cada resposta, o que o torna bom para um manual interno: o colaborador pergunta e vê a página do manual que sustenta a resposta.
Software de recrutamento e gestão de pessoas com IA
Os sistemas de gestão de candidaturas, conhecidos como ATS (o software que recebe e organiza candidaturas a vagas), já trazem IA. Dois exemplos usados por empresas em Portugal:
- Teamtailor. Tem um conjunto de funções chamado Co-pilot, que a empresa diz usar modelos GPT da OpenAI. Inclui rascunhos de descrições de vagas, resumos de CV, sugestões de perguntas de entrevista, deteção de linguagem discriminatória, rascunhos de emails de recusa e uma função de triagem que avalia candidatos face a critérios definidos pela equipa. Segundo a ajuda da Teamtailor, é ativado pelo administrador no centro de funcionalidades adicionais. Preço sob consulta.
- Factorial. O software de RH espanhol, com versão portuguesa, apresenta um agente de IA (Factorial One) que, segundo a página portuguesa, “redige a descrição da vaga, contacta os candidatos e realiza a primeira seleção”, prepara planos de integração e responde a perguntas com base no manual de políticas. Preço sob consulta.
Redigir uma vaga é escrita; “realizar a primeira seleção” é uma decisão sobre pessoas, e aí aplica-se a secção seguinte. Antes de ligar a triagem, peça ao fornecedor por escrito onde ficam os dados, como são informados os candidatos e como se prepara para as regras de alto risco do AI Act.
Triagem de CV: porque é a parte mais delicada
O que diz o AI Act
O anexo III do Regulamento (UE) 2024/1689, o AI Act, classifica como alto risco os sistemas de IA usados no recrutamento e seleção de pessoas, nomeadamente para publicar anúncios de emprego direcionados, analisar e filtrar candidaturas e avaliar candidatos. Também classifica como alto risco os sistemas usados para decidir promoções, despedimentos, distribuição de tarefas com base no comportamento ou em características pessoais, e para acompanhar e avaliar o desempenho.
Estas regras deveriam aplicar-se a 2 de agosto de 2026, mas o Regulamento (UE) 2026/1744, o “Digital Omnibus sobre IA”, adiou-as para 2 de dezembro de 2027. Quando se aplicarem, quem usa estes sistemas terá, entre outras obrigações (artigo 26.º), de seguir as instruções do fornecedor, garantir supervisão humana por alguém com competência, guardar registos e informar os trabalhadores e os seus representantes antes de usar o sistema no local de trabalho.
Atenção a um ponto: se pegar num assistente geral e o puser a pontuar candidatos, o artigo 25.º pode fazer de si “fornecedor” de um sistema de alto risco, com obrigações bem mais pesadas. Explicamos isto com mais pormenor no guia sobre IA e RGPD numa PME.
O que diz o RGPD, que já se aplica hoje
O adiamento do AI Act não muda o RGPD. O artigo 22.º do Regulamento (UE) 2016/679 dá a qualquer pessoa o direito de não ficar sujeita a uma decisão tomada exclusivamente com base em tratamento automatizado que produza efeitos jurídicos ou a afete significativamente. Rejeitar um candidato de forma automática encaixa nisto.
Na prática, isto significa três coisas:
- Uma pessoa decide, de facto. Não chega carregar num botão a confirmar a lista que a IA fez. Quem decide tem de ler as candidaturas e poder contrariar a sugestão.
- Os candidatos são informados. Os artigos 13.º e 14.º do RGPD obrigam a dizer para que se tratam os dados e, havendo decisões automatizadas, a dar informação útil sobre a lógica envolvida. Ponha isso no anúncio ou no aviso de privacidade do formulário de candidatura.
- Avaliação de impacto. Usar IA para filtrar candidaturas é, muito provavelmente, um tratamento que exige uma avaliação de impacto sobre a proteção de dados (artigo 35.º do RGPD). Confirme com o seu encarregado de proteção de dados ou consultor.
E o Código do Trabalho
Desde a Lei n.º 13/2023 (Agenda do Trabalho Digno), o artigo 106.º do Código do Trabalho obriga o empregador a informar o trabalhador sobre os parâmetros, critérios, regras e instruções em que se baseiam algoritmos ou outros sistemas de IA que afetam decisões sobre o acesso e a manutenção do emprego e as condições de trabalho, incluindo a criação de perfis e o controlo da atividade profissional. A violação é contraordenação grave.
Então, o que se pode fazer com CV?
Com cuidado, sim. Uma forma razoável numa PME:
- Definir primeiro, por escrito, os requisitos objetivos da vaga (carta de condução, certificação, disponibilidade, anos de experiência numa função).
- Usar a IA para organizar e resumir, não para pontuar nem excluir: uma tabela com o que cada candidato indica sobre cada requisito.
- Uma pessoa lê todas as candidaturas e decide quem passa à entrevista.
- Fazer tudo na conta empresarial, com os candidatos informados.
Passo a passo 1: do anúncio à entrevista marcada
Exemplo: uma empresa de climatização com 12 pessoas precisa de um técnico de instalação.
- Escreva a descrição da função com a IA. Dê-lhe o que a pessoa vai fazer num dia normal, as ferramentas, o horário, o local e o salário, se o vai publicar. Peça uma descrição interna e um anúncio para publicar.
- Peça uma revisão de linguagem. Peça à IA que assinale expressões que possam afastar candidatos sem razão (por exemplo, requisitos de idade ou de género) e requisitos que não são essenciais. A decisão final é sua.
- Acrescente o aviso de privacidade ao anúncio ou ao formulário: para que usa os dados, por quanto tempo os guarda e, se usar IA para organizar candidaturas, que o faz e que uma pessoa decide.
- Prepare o guião de entrevista. Peça perguntas ligadas aos requisitos e uma grelha simples para registar respostas. Retire qualquer pergunta sobre vida familiar, saúde, religião ou planos de ter filhos.
- Marque as entrevistas. Use o calendário partilhado da empresa para ver horários livres e o Copilot no Outlook ou o Gemini no Gmail para redigir o convite. Mantenha os contactos dos candidatos dentro da conta da empresa.
- Feche o processo. Envie um email de recusa (a IA faz o rascunho) e apague os CV no prazo indicado no aviso.
Exemplo de prompt (a instrução que escreve à IA):
Atue como especialista em recrutamento numa pequena empresa portuguesa. Escreva, em português de Portugal, um anúncio de emprego para técnico de instalação de ar condicionado, na zona de Leiria, horário de segunda a sexta das 8h30 às 17h30, contrato sem termo. Requisitos essenciais: carta de condução de ligeiros, experiência em instalação de equipamentos de climatização. Valorizado: certificado de técnico de gases fluorados. Use linguagem neutra quanto ao género, sem requisitos de idade. Máximo 250 palavras. No fim, liste à parte quaisquer expressões do anúncio que possam ser discriminatórias ou afastar candidatos sem necessidade.
Passo a passo 2: manual de acolhimento com perguntas e respostas
Quem entra numa PME faz as mesmas perguntas: como se pedem férias, quando se recebe, onde está a farda, a quem se liga se faltar. Um manual de acolhimento responde a isto; um assistente ligado ao manual responde a qualquer hora.
- Junte o que já existe. Regulamento interno, regras de férias e faltas, horários, contactos, segurança, benefícios.
- Peça à IA um manual organizado. Cole os textos (sem dados pessoais de ninguém) e peça um manual com capítulos curtos e linguagem simples. Peça também uma lista de 20 perguntas que um colaborador novo faria e confirme se o manual responde a todas.
- Reveja e valide. Tudo tem de estar de acordo com o contrato coletivo aplicável e com a lei. Quem assina revê.
- Crie o assistente de perguntas. Carregue o manual num caderno do Gemini Notebook, num Projeto do ChatGPT Business ou num Projeto do Claude Team, partilhado só com a equipa. A vantagem do Gemini Notebook é indicar a parte do manual de onde tirou cada resposta.
- Teste com perguntas que o manual não cobre. Se a ferramenta inventar, acrescente ao manual a resposta certa ou “para isto, fale com a Ana”.
- Diga à equipa o que é: responde com base no manual, pode errar e não substitui o responsável em assuntos pessoais. Quando uma regra muda, atualize o documento.
Os mesmos passos servem para um plano de integração dos primeiros 30 dias: peça à IA uma lista de tarefas por semana para a função, com quem a pessoa deve falar e que formações deve fazer. Há mais sobre perguntas a conjuntos de documentos no guia de IA para documentos, faturas e contratos.
Passo a passo 3: políticas, formação e avaliações com a IA a preparar
Políticas internas
A IA escreve bons rascunhos de políticas (teletrabalho, despesas, uso de IA) e de comunicações à equipa. Dê-lhe o contexto e as regras que quer, e leve a versão final a quem conhece a lei laboral. Não confie em referências legais que a IA cite sem as confirmar no Diário da República.
Planos de formação
Descreva as funções e o que cada pessoa precisa de saber melhor, e peça um plano anual com temas, duração e formato. Lembre-se que a lei laboral portuguesa prevê um número mínimo de horas de formação contínua por ano; confirme o valor e o registo com o seu contabilista ou consultor. Para formação paga com fundos públicos, consulte os avisos de apoio abertos.
Ausências e férias
A IA ajuda a montar um mapa de férias e a detetar sobreposições. Não cole no assistente certificados médicos nem motivos de faltas por doença: são dados de saúde, uma categoria especial no RGPD. Para isso, o melhor é o software de gestão de pessoas ou de processamento salarial que já usa.
Avaliação de desempenho, com cuidado
Pode usar a IA para preparar a grelha de avaliação, transformar notas soltas num texto claro e sugerir objetivos para o ano seguinte. Não a ponha a dar notas, a comparar colaboradores entre si nem a analisar emails ou mensagens para medir produtividade. Avaliar desempenho com IA é alto risco no anexo III do AI Act e o controlo da atividade é abrangido pelo artigo 106.º do Código do Trabalho.
Exemplo de prompt para esta parte:
Tenho estas notas sobre o desempenho de um colaborador durante o último ano: [notas sem nome nem dados identificativos]. Escreva, em português de Portugal, um resumo para a reunião de avaliação com três pontos fortes, dois pontos a melhorar e três objetivos concretos para o próximo ano. Não atribua nota nem compare com outras pessoas. Use um tom respeitoso e direto.
O que nunca fazer
- Reconhecimento de emoções no trabalho. O artigo 5.º do AI Act proíbe, desde 2 de fevereiro de 2025, usar sistemas de IA para inferir emoções de pessoas no local de trabalho, salvo por razões médicas ou de segurança. Uma ferramenta que promete medir o “estado de espírito” da equipa nas videochamadas, ou avaliar o entusiasmo de um candidato pela voz ou pela cara numa entrevista em vídeo, é para recusar.
- Rejeitar candidatos automaticamente, sem uma pessoa a decidir.
- Colar CV, recibos de vencimento, avaliações ou dados de saúde numa conta gratuita ou pessoal de qualquer assistente.
- Vigiar emails, mensagens ou ecrãs com IA para avaliar colaboradores.
A obrigação que já se aplica: literacia em IA
O artigo 4.º do AI Act obriga as empresas que usam IA a tomar medidas para que quem trabalha com estas ferramentas perceba o que está a fazer. Aplica-se desde 2 de fevereiro de 2025 e foi reescrito pelo Digital Omnibus: pede medidas para apoiar a literacia, sem exigir um nível garantido por pessoa.
Segundo as perguntas e respostas da Comissão Europeia, não é preciso certificado: basta um registo interno das formações ou orientações dadas. Quem trata de recrutamento é quem mais precisa de saber o que a IA pode errar.
Quanto custa e que riscos tem?
Exemplo: numa empresa de 15 pessoas, o gerente e a pessoa que trata dos RH usam ChatGPT Business com pagamento anual. São 2 lugares a cerca de 17,61 €, cerca de 35,22 € por mês, sem IVA. Se a empresa já usa Google Workspace Business Standard, o Gemini e o Gemini Notebook já estão incluídos no que paga.
Um ATS com IA tem preço sob consulta e só compensa com várias vagas por ano. O custo maior é o tempo: uma tarde para o primeiro anúncio e o guião, alguns dias repartidos para o manual de acolhimento.
Os riscos principais:
- Erros com ar convincente. A IA pode inventar uma regra de férias ou uma referência legal. Tudo o que vai para a equipa ou para candidatos é revisto.
- Enviesamento. Um modelo pode repetir preconceitos, sobretudo em avaliações.
- Dados pessoais. CV, contactos e avaliações só na versão empresarial, com acordo de tratamento de dados em vigor.
- Calendário legal. O alto risco aplica-se a 2 de dezembro de 2027. Se comprar hoje um sistema de triagem, pergunte ao fornecedor como vai cumprir nessa data.
Para mais ideias de tarefas sem tocar em decisões sobre pessoas, veja as 50 tarefas que uma PME pode automatizar com IA.
O que fazer esta semana
- Escolha uma ferramenta empresarial (a que encaixa no email que já usa) e desligue o uso de contas pessoais para assuntos de RH.
- Reescreva o seu próximo anúncio de emprego com o prompt deste guia e acrescente o aviso de privacidade.
- Junte numa pasta o regulamento interno, as regras de férias e os contactos úteis: é o material do futuro manual de acolhimento.
- Se já usa triagem automática num ATS, confirme que uma pessoa lê todas as candidaturas e que os candidatos são informados.
- Registe uma sessão curta com quem trata dos RH sobre o que a IA pode e não pode fazer, com data e participantes. É a prova mais simples do artigo 4.º.
Preços e funcionalidades verificados em outubro de 2026.
Fontes
- Regulamento (UE) 2024/1689 (AI Act), EUR-Lex: https://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2024/1689/oj
- Regulamento (UE) 2026/1744 (Digital Omnibus sobre IA), EUR-Lex: https://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2026/1744/oj
- Regulamento (UE) 2016/679 (RGPD), EUR-Lex: https://eur-lex.europa.eu/eli/reg/2016/679/oj
- Comissão Europeia, quadro regulamentar da IA: https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/regulatory-framework-ai
- Comissão Europeia, perguntas e respostas sobre literacia em IA: https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/faqs/ai-literacy-questions-answers
- Código do Trabalho, artigo 106.º (versão consolidada), Diário da República: https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/lei/2009-34546475-211390873
- CNPD: https://www.cnpd.pt/
- Teamtailor, funções de IA do Co-pilot: https://support.teamtailor.com/en/articles/8403166-co-pilot-ai-features-overview
- Factorial, IA no software de RH: https://factorialhr.pt/ia
- OpenAI, ChatGPT Business, perguntas frequentes: https://help.openai.com/en/articles/8542115-chatgpt-business-general-faq
- Microsoft, preços do Microsoft 365 Copilot para PME: https://www.microsoft.com/pt-pt/microsoft-365-copilot/pricing
- Google Workspace, preços para Portugal: https://workspace.google.com/intl/pt-PT/pricing
- Google Workspace Updates, o NotebookLM passa a chamar-se Gemini Notebook: https://workspaceupdates.googleblog.com/2026/07/notebooklm-now-gemini-notebook.html
- Anthropic, preços do Claude: https://claude.com/pricing
- Banco Central Europeu, câmbios de referência do euro: https://www.ecb.europa.eu/stats/policy_and_exchange_rates/euro_reference_exchange_rates/html/eurofxref-graph-usd.en.html
Escrevemos para quem gere empresas em Portugal. Cada preço tem fonte e data; quando algo muda, atualizamos o artigo.



